quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Descubra quais são os melhores tipos de capas para o seu celular

O melhor tipo de capa para um celular depende muito da forma como o dono do aparelho utiliza seu telefone, já que reunir todas as qualidades em uma só peça é praticamente impossível. Os modelos que oferecem mais segurança, por exemplo, costumam ser menos práticos no uso e vice-versa. Por outro lado, ter um case no smartphone atualmente é algo essencial devido a fragilidade dos aparelhos. O TechTudo, então, lista os principais tipos de capas e qual a vantagem de cada uma.
Bumper
Bumpers para iPhone 4 e Galaxy S4 (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Bumpers para iPhone 4 e Galaxy S4 (Foto: Divulgação)
O bumper consiste em uma capa que envolve as laterais do celular, deixando a tela e a traseira livres. É uma capa útil principalmente pelo fato das quinas dos aparelhos serem seus pontos mais fracos. Embora proteja menos o dispositivo se comparado a uma capa de corpo inteiro, ele tem a vantagem do manuseio, justamente por ele ser mais leve e menos espaçoso que outros modelos. Alguns, inclusive, têm uma espécie de soco inglês acoplado, que serve para alocar os dedos (exceto o polegar) e dar mais segurança na pegada.
Normalmente, o bumper é confeccionado em borracha na parte interna – o que ajuda a amortecer os impactos – e em plástico externamente. Há uma diversidade enorme de cores e texturas para essas capas, cujas aberturas e furos posicionam-se conforme o modelo do smartphone. Assim como o visual, existe uma grande variação de preços neste tipo de capa, que podem custar entre R$ 20 e R$ 100.
Flip
Flips de diferentes materiais, cores e modelos (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Flips de diferentes materiais, cores e modelos (Foto: Divulgação)
Os cases em formato flip funcionam como um envelope para o celular. Quando fechada, ela tampa as partes frontal e traseira do aparelho, protegendo bastante tanto de quedas e arranhões quanto de olhares maliciosos. Para mexer no celular, basta abrir a parte da frente, característica que torna a capa muito prática.
A capacidade de a capa flip preservar o smartphone depende muito do material em que é confecionada. Há uma variedade muito grande nesse aspecto, mas as mais populares são as de couro, fibra de carbono e uma combinação de fibra e plástico. Um dos pontos negativos deste tipo de case é que ele impede a visualização da tela, mas alguns modelos apresentam soluções inteligentes para este problema, como ter a parte frontal transparente ou com uma abertura que possibilite ver o display.
Em termos de customização, ela segue a tendência dos outros tipos de proteção e apresenta uma infinidade de cores, padrões e texturas, que vão desde os mais discretos até os mais extravagantes. Um pouco mais caras que as bumper, as capas flip tem preços médios variando de R$ 30 a R$ 190.
Silicone e TPU
Capas de silicone (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Capas de silicone (Foto: Divulgação)
Embora esses nomes se refiram ao material de fabricação, e não ao modelo propriamente dito, as capas de silicone e de TPU (sigla inglesa para Polímero Termoplástico) são conhecidas por cobrirem a traseira e as laterais do aparelho, deixando a frente exposta. As de silicone têm como principal vantagem a maleabilidade, o que facilita a pegada.
Essa característica, porém, faz com que a proteção desgaste rapidamente – em torno de 6 meses a capa começa a apresentar danos. Em compensação, elas são baratas (cerca de R$ 20), fazendo com que esse período de troca seja bastante razoável. Além disso, o silicone é muito fácil de lavar – basta água e sabão, já que outros produtos de limpeza agridem o material.
Capas de TPU ou polímero termoplástico (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Capas de TPU ou polímero termoplástico (Foto: Divulgação)
Já o TPU funciona de forma oposta: ele é bastante resistente, mas oferece pouco conforto no manuseio. Isso porque sua superfície é mais dura, o que também acaba interferindo no design e deixando o celular mais “tijolo”. Essa característica, no entanto, não diminui em nada sua flexibilidade, além de proteger melhor o celular contra gordura.
Já o TPU ganha do silicone em resistência contra temperaturas bruscas (sejam baixas ou elevadas), se desgasta menos com atrito e riscos e não afrouxa depois de certo período de uso. A melhor opção para este tipo de capa são os modelos coloridos, pois os transparentes amarelam depois de alguns meses. O custo médio de um TPU é de R$ 50.
Capas com zíper
Capas com zíper são as opções mais baratas do mercado (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Capas com zíper são as opções mais baratas do mercado (Foto: Divulgação)
Normalmente fabricadas em couro, sintético e veludo, as capas com zíper são as campeãs no quesito economia – dependendo do material de confecção, é possível encontrar modelos por R$ 4. Elas também são mais baratas para customização, geralmente feita em bordado. Apesar disso, a aparência é o principal defeito das capinhas com zíper, que escondem totalmente o smartphone e ainda o “engorda” bastante.
Em termos de proteção, ela resolve, pelo menos nos incidentes do dia a dia. Quanto mais grosso e duro for o material de fabricação, melhor será a preservação. Mas não espere grande segurança. O celular escapa dos arranhões de tela, mas não de quedas de mais de 1 metro de altura (e muito menos de água).
Fora isso, o modelo traz muitos inconvenientes com o passar do tempo: é difícil de limpar, fica com aspecto envelhecido rapidamente e é comum o zíper escangalhar, eliminando quase totalmente a função da capa. Isso significa que você terá que trocá-la com bastante frequência, o que pode não compensar o preço baixo.
Película
Películas protetoras de tela para smartphones (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Películas protetoras de tela para smartphones (Foto: Divulgação)
As películas são para quem se preocupa exclusivamente com tela do smartphone. Elas protegem contra arranhões, sujeira e a gordura deixada pelos dedos – e só. Não há qualquer interferência no corpo do aparelho, o que significa zero proteção contra quedas. A sua grande vantagem é que é uma proteção que pode ser somada a um case, para dobrar a segurança sobre o celular.
As melhores películas grudam por eletrostática, e não com cola, característica que impede a criação de bolhas na hora da aplicação e mantém o display limpo após a retirada. Algumas são fabricadas em material transparente, mas é possível encontrar também modelos com alguma adição de cor (o que irá alterar a percepção das cores da própria tela, então pode não ser uma boa opção).
Existem boas películas com propriedades anti-reflexo custando entre R$ 15 e R$ 20, e todas apresentam bom desempenho em relação ao touchscreen, não interferindo na sensibilidade ao toque. A limpeza é feita com flanela e a durabilidade pode variar muito – de meses a anos -, de acordo com os cuidados do dono, com as agressões a que foi exposta a película e com a marca do produto.
Superprotetoras
Capas superprotetoras das marcas OtterBox e Case-Mate (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Capas superprotetoras das marcas OtterBox e Case-Mate (Foto: Divulgação)
Temos ainda as capas destinadas às pessoas que querem o máximo de proteção. Esse tipo de modelo é o que mais interfere no formato e peso originais do celular, por isso ele não é normalmente usado no cotidiano. Em contrapartida, as capas superprotetoras são uma ótima solução para viagens, práticas esportivas ou situações em que o uso do aparelho é mais “arriscado”.

Como são fabricadas com materiais ultra-resistentes, esse tipo de invólucro é o mais caro. Os preços médios variam de R$ 180 a R$ 250, o que tabém indica seu uso em smartphones top de linha. Uma combinação frequente na confecção dessas capas é o plástico ABS com silicone – o primeiro, mais duro, na parte externa, com o silicone internamente, funcionando como amortecedor.
Algumas capas do tipo são à prova d’água, aguentando aproximadamente 30 minutos de submersão, a uma profundidade de 2 metros. Em vídeos demonstrativos nos sites das fabricantes os cases suportam agressões impressionantes, como serem atropelados por carros ou marretados diversas vezes seguidas. Essas capas também têm a vantagem de vir com garantia, o que é fundamental, considerando o custo elevado.

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