Até que tudo esteja finalizado, ainda devem ser adicionadas mais 60 antenas ao ASKAP. Com toda esta estrutura, o projeto por trás de tudo, o SKA, será o mais sensível rádio telescópio do mundo, 50 vezes mais eficiente do que qualquer outro. No entanto, para ter acesso a essa tecnologia será preciso esperar bastante, pois cientistas do mundo todo já reservaram seu uso para os próximos cinco anos.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Radiotelescópio mais rápido do mundo ajuda a estudar origem do universo
O radiotelescópio ASKAP (do inglês Australian Square
Kilometre Array Pathfinder) foi inaugurado na sexta-feira (5), no
Outback Australiano, com a missão de ajudar cientistas a estudarem a
origem do universo. Este é o maior telescópio do mundo e também o mais
rápido, sendo capaz de fazer em cinco minutos o que um telescópio
tradicional faria em dois anos.
O
radiotelescópio australiano opera em alta velocidade e podem ajudar a
descobrir a origem do universo (Foto: Reprodução/The Verge)
O ASKAP é formado por 36 antenas gigantescas com aproximadamente 12
metros de altura, que recebem sinais de rádio do espaço. Para ser
construído, o radiotelescópio custou em torno de US$155 milhões de
dólares.
O equipamento faz parte de um projeto maior de estudo do espaço chamado
SKA (do inglês Square Kilometer Array). Ao integrar este empreendimento
mundial o radiotelescópio australiano juntará esforços com uma
instalação na África do Sul.
Até que tudo esteja finalizado, ainda devem ser adicionadas mais 60 antenas ao ASKAP. Com toda esta estrutura, o projeto por trás de tudo, o SKA, será o mais sensível rádio telescópio do mundo, 50 vezes mais eficiente do que qualquer outro. No entanto, para ter acesso a essa tecnologia será preciso esperar bastante, pois cientistas do mundo todo já reservaram seu uso para os próximos cinco anos.
Até que tudo esteja finalizado, ainda devem ser adicionadas mais 60 antenas ao ASKAP. Com toda esta estrutura, o projeto por trás de tudo, o SKA, será o mais sensível rádio telescópio do mundo, 50 vezes mais eficiente do que qualquer outro. No entanto, para ter acesso a essa tecnologia será preciso esperar bastante, pois cientistas do mundo todo já reservaram seu uso para os próximos cinco anos.
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