Implante cerebral que lê mentes
A Samsung registrou a patente de uma tecnologia de implante cerebral que seria capaz de ler mentes. O aparelho transferiria informações psicológicas e patológicas internas para dispositivos eletrônicos externos.
Embora a Samsung tenha registrado uma patente do projeto, não há previsão de quando ele será desenvolvido.
HDs do futuro
Pesquisadores das universidades de Leeds e Tóquio criaram uma tecnologia de armazenamento de dados para HDs que utiliza uma variedade de bactérias. Esses microorganismos ingerem ferro e produzem magnetita - o mineral natural mais magnético da Terra.
O projeto com o uso das bactérias visa desenvolver uma tecnologia mais eficiente e limpa na produção de discos rígidos. Segundo os pesquisadores, a estimativa é que, a partir do reordenamento desses microorganismos, seja possível particionar um disco, bem como fazer “crescer” uma nova lâmina, no caso do HD esgotar seu espaço. Não há informações, contudo, de quando o sistema será aplicado.
Privada conceitual examina e diagnostica a urina do usuário
Quatro designers asiáticos, Lucy Jung, Do Hyung Kim, Jee Young Kim e Green Kim, criaram o conceito de uma privada bastante inusitada. Interativa, a Toilet, além de examinar a urina do usuário, daria o diagnóstico de seu estado.
O sistema de privada, que seria a forma mais rápida e prática de realizar um exame de urina, não passa de um conceito, ou seja, não há expectativas de vê-lo, de fato, operante.
Transporte do futuro
Um projeto de transporte em tubos faria com que seus tripulantes pudessem “dar a volta ao mundo” em impressionantes seis horas. O conceito Evacuated Tube Transport, um tipo de cápsula, alcançaria uma velocidade de 6.500 km/h.
Apesar do conceito ter feito muito sucesso entre internautas entusiastas, após o vídeo que explica o projeto ter sido divulgado no YouTube, a ideia desse transporte parece consideravelmente inviável.
Exploração de Marte por naves em impressoras 3D
A NASA divulgou recentemente que pretende explorar Marte com naves feitas em impressoras 3D. O objetivo é imprimir, por meio de impressoras tridimensionais, sondas marcianas em folhas finas semelhantes ao papel.
A principal vantagem do projeto, segundo Kendra, é sinalizar uma significante redução de custos nos investimentos com equipamentos lançados ao espaço.
Embora a cientista acredite que a tecnologia de impressão tridimensional seja capaz de evoluir em um tempo relativamente curto, em termos de engenharia aeroespacial, a estimativa mais otimista prevê um prazo de, no mínimo, dez anos para o projeto se tornar realidade.
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