Já se passaram 106 anos e, hoje, aviões de tecido com motores de 50 cavalos de potência são curiosidades para museus. A engenharia aeronáutica investe em tecnologias que devem moldar de maneira definitiva o formato, o combustível, os componentes e toda a estrutura das aeronaves do futuro.
A colheitadeira voadora
sustentação e velocidade ao avião
(Foto: Reprodução)
Mas há um projeto que promete acabar com esse paradigma. É o FanWing: um avião em que o motor é central, na fuselagem.
Sem hélice ou turbina, a propulsão do avião vem do movimento das paletas de um grande ventilador, dispostas na transversal, no interior das asas. Difícil de entender? Imagine as asas como uma enorme, e leve, colheitadeira.
Marinha norte-americana testa avião autônomo
em diversas aplicações (Foto: Reprodução)
No futuro, as tecnologias desenvolvidas para uso militar podem acabar em aviões civis. São aeronaves não-tripuladas de monitoramento de condições ambientais, voo e resgate em locais de difícil acesso ou que tenham sido cenários de desastres nucleares, na difusão de agrotóxicos em plantações e no policiamento de grandes cidades. Tudo a custos mais baixos, menor consumo de energia e sem o risco para vidas humanas.
Airbus pode ter avião transparente em 2050
visões deslumbrantes (Foto: Reprodução)
A ideia é deslumbrar os passageiros com os visuais de um voo em grande altitudes, projetar informações nas paredes transparentes.
Assim será promovido um novo tipo de interação entre aeronave, passageiro e a viagem.
Nasa patrocina projeto de avião que gira 90 graus em pleno voo
fácil de manobrar (Foto: Reprodução)
Aí nasce SBiDir-FW, pensado por técnicos da Universidade de Miami. Em resumo, o projeto prevê um avião que mude sua relação de comprimento por largura quando necessário.
Com as asas curtas, ele teria menos arrasto, e atingiria velocidade supersônicas. Com a posição onde as asas superam o comprimento, o avião seria mais manobrável e fácil de decolar e pousar.
Aviões elétricos podem ser o futuro
mas é o VoltAir: o avião elétrico (Foto: Divulgação)
Essa é a proposta do conceito VoltAir, da European Aeronautic Defence and Space Company. A estimativa da companhia é que baterias de altíssima capacidade, motores elétricos mais eficientes e um conjunto de sistemas que recuperem e gerem energia a partir de fenômenos naturais estejam desenvolvidos o suficiente para que um avião como o VoltAir seja possível em 2035.
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