Num futuro um pouco mais distante, pequenos sensores eletrônicos poderão ser construídos com materiais biodegradáveis, como a teia. Um paciente receberia o equipamento para exames e testes diversos e não precisaria ser operado para removê-lo: o organismo simplesmente absorveria o dispositivo.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Cientistas usam teia de aranha para criar chips biodegradáveis
Cientistas do Instituto de Física de Rennes, na França, estão
trabalhando em chips de computadores que usam a seda das teias de aranha
como um dos seus componentes principais. A pesquisa liderada pela
física Nolwenn Huby descobriu que a seda da teia tem capacidade de
conduzir a luz tão bem quanto a fibra ótica.
Na imagem, seda de teia de aranha liga os fotochips (Foto: Reprodução)
Na pesquisa, os cientistas foram capazes de interligar um circuito
através da teia. Nos testes, descobriram que o material pode conduzir
luz de um ponto a outro, significando que a seda criada pelas aranhas
pode acabar sendo utilizada em circuitos eletrônicos como substituto ao
vidro da fibra ótica. O único problema no estágio inicial da pesquisa
foi a perda de informação no circuito com a seda da teia, quatro vezes
maior da que ocorre com o uso do vidro. Os cientistas acreditam que a
falha pode ser corrigida no futuro.
Um dos principais usos do amadurecimento dessa pesquisa pode ser o
médico. Como a teia de aranha é composta por filamentos de seda
extremamente finos, até dez vezes mais finos que um fio de cabelo, ela
poderia ser utilizada para levar luz a locais inacessíveis do corpo
humano, facilitando o diagnóstico de doenças. Além de fino e de bom
condutor de luz, o fio da teia é, dinamicamente, mais forte que o aço e
mais resistente que kevlar. Além disso, por ser natural, o corpo pode
absorver a seda facilmente depois da cirurgia.
Num futuro um pouco mais distante, pequenos sensores eletrônicos poderão ser construídos com materiais biodegradáveis, como a teia. Um paciente receberia o equipamento para exames e testes diversos e não precisaria ser operado para removê-lo: o organismo simplesmente absorveria o dispositivo.
Num futuro um pouco mais distante, pequenos sensores eletrônicos poderão ser construídos com materiais biodegradáveis, como a teia. Um paciente receberia o equipamento para exames e testes diversos e não precisaria ser operado para removê-lo: o organismo simplesmente absorveria o dispositivo.
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