Como eles funcionam?
Existem diferentes sistema de reconhecimento biométrico disponíveis, cada um levando em conta alguma característica específica do usuário. É possível analisar o timbre de voz, o formato da íris de um olho, a assinatura de um cliente e até mesmo a geometria das veias de uma mão. Cada um possui suas próprias particularidades, como você vai conferir a seguir:
Escaneamento da impressão digital: Sem dúvidas, o dado biométrico mais conhecido, por conta da sua presença frequente em filmes e séries. Como alguns já devem saber, cada ser humano possui sua própria digital, não se repetindo de qualquer forma em outra pessoa. Apesar de visualmente semelhantes, cada uma possui um padrão de linhas e curvas, e é justamente estas diferenças que são utilizadas nos sistemas de segurança.
Geometria vascular: Como o nome indica, o sistema de geometria vascular detecta a posição das veias do usuário, capturando este padrão e convertendo-o em um código único. Geralmente ele utiliza como base a palma da mão de seus usuários, em um processo de escaneamento bastante simples.
Escaneamento caligráfico: Não é de hoje que a assinatura de uma pessoa é utilizada como forma de garantir a autenticidade de um documento ou até mesmo sua identidade. Porém, o sistema de verificação de assinatura ou escaneamento caligráfico, age de forma muito mais precisa.
Teste de timbres de voz: Você já deve ter ouvido que cada ser humano possui seu próprio timbre de voz. E apesar de algumas pessoas terem uma capacidade incrível de imitar a voz de outra pessoa, é praticamente impossível reproduzir com exatidão todas as nuances presentes em um mesmo timbre.
Escaneamento da Íris: Há muito tempo atrás, utilizava-se um sistema que refletia uma luz na retina do usuário, e garantia sua identificação por conta do padrão de reflexos obtidos. Este método acabou se mostrando ineficiente com o passar do tempo, já que a retina de algumas pessoas acabou sofrendo modificações, levando a leituras inexatas. Porém, o exame da Íris acabou se mostrando muito mais eficiente.
Mas será que isso é o suficiente para garantir a segurança?
O mercado de leitura biométrica tem aumentado junto com a necessidade constante de segurança de dados pessoais. No Brasil, já existem alguns bancos que contam com leitores biométricos em seus caixas. Mas apesar da tecnologia avançada, ela acaba servindo de complemento na hora de assegurar a identidade do usuário.
Outro ponto importante é que, hoje em dia, é bem difícil burlar qualquer um destes sistemas. Existem sim, técnicas bem avançadas que podem ou não resultar na quebra de identidade, mas a maioria é complexa demais para que sejam adotadas por qualquer um.
No fim, vale lembrar que qualquer aumento na segurança é válido, já que isso pode reduzir bastante os prejuízos no caso de roubo de cartão de crédito, dentre outros eventos. Pode até ser mais complicado usar caixas eletrônicos com sistemas deste tipo, mas é melhor prevenir do que remediar, não é verdade?
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