calor para achar bêbados em público
(Foto: Reprodução)
Um dos algoritmos compara os registros gerados com uma base de dados de imagens de pessoas sóbrias e embriagadas. O outro, se dedica a mapear as figuras registradas num determinado instante pela câmera, aplicando filtros criados pelos pesquisadores. Por exemplo, quando alguém bebe, o nariz tende a ficar mais quente, e a testa mais fria.
A ideia do estudo é desenvolver sistemas que possam ser aplicados em câmeras localizadas em lugares públicos e com alta concentração de pessoas. No caso específico da Grécia, a tecnologia poderia ajudar às forças de segurança do estado a monitorar de maneira mais eficiente pontos movimentados que são, frequentemente, alvos de protestos em virtude da recente crise econômica do país.
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