“Algumas pessoas levam a Internet muito a sério. Não devem, mas copiar a ideia dos outros e dizer que é sua, já é demais”, disse o autor da página em contato com o TechTudo. Sem querer se identificar, ele ainda disse que gostaria que as pessoas valorizassem mais sua capacidade de criar. “Algumas pessoas chamam isso de inveja. Eu chamo de injusto”.
Aparentemente, os flagras ocorreram após o autor observar que muitas pessoas estavam reclamando no Twitter de terem tido suas piadas roubadas pela página da Gina Indelicada. Após uma pesquisa, ficou claro que, realmente, vários posts feitos por usuários diversos foram praticamente replicados pelo perfil.
Segundo o autor da denúncia, o autor de Gina Indelicada ainda fez uso de um site chamado favstar.fm, que agrega alguns dos tweets mais populares, recolhendo ali algumas das piadas usadas na página. Porém, basta fazer uma busca simples no próprio Twitter para descobrir a origem de algumas das respostas publicadas na página original. Na verdade, esta foi uma das maiores armas durante a denúncia de plágio.
Segundo o estudante de publicidade Ricck Lopes, responsável pela “Gina Indelicada”, a culpa na verdade é de outra pessoa. Recentemente ele afirmou ter pago um funcionário para postar no Facebook as piadas, e não sabia que na verdade elas eram cópias de posts feitos por outras pessoas no Twitter. A revelação foi feita na própria rede de microblogs, em resposta a um de seus fãs, dizendo que ele apenas cuidou da parte de criação e estratégia da página. Porém, não foi isso que o próprio Ricck disse recentemente.
Independente da resposta, a página “Gina, Kibadora Indelicada” vem angariando um número cada vez maior de fãs, desde a sua criação. Até o fechamento desta matéria, a página contava com pelo menos 17.300 participantes, número que não para de crescer. Enquanto isso, resta saber se a imagem de “kibadora”, termo usado na Internet para alguém que costuma roubas ideias alheias, irá ou não prejudicar o reinado de Gina no Facebook. Mas uma coisa é certa: roubar a ideia alheia é algo, no mínimo, indelicado.
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