A concepção do eHarmony, que também atua no Canadá, Reino Unido, Japão e Austrália, foi desenvolvida pelo psicólogo Neil Clark Warren a partir de um estudo realizado com aproximadamente 5 mil casais, durante três anos. Juntamente com o pesquisador da University of Southern Califórnia, dr. Galen Buckwalter, ele procurou identificar as particularidades que geravam casamentos bem-sucedidos. Para se instalar no Brasil, a companhia promoveu uma pesquisa com mais de mil casais com idades entre 19 a 81 anos, juntos por um período de tempo que variou entre um e 65 anos, para adequar a metodologia à nossa realidade.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Como funciona o eHarmony
No Brasil desde 2010, o eHarmony
tem a difícil, porém satisfatória tarefa de promover o encontro entre
casais. E a empreitada tem tido sucesso: a empresa ostenta o título de
site de relacionamento mais confiável dos Estados Unidos, onde atua
desde 2000, sendo responsável por incríveis 4,8% de todos os casamentos
no país – uma média de 542 uniões por dia.
Página inicial do eHarmony Brasil (Foto: Reprodução)
O êxito do programa, de acordo com a própria companhia, está em seu
“Sistema Científico de Compatibilidade”. Ele mede o nível de conciliação
de um futuro casal nas áreas mais importantes da vida, como
personalidade, intelecto, senso de humor, espiritualidade, valores e
crenças, entre muitas outras. Isso se diferencia de outras redes de
relacionamento que apenas oferecem a chance de visualizar fotografias
dos interessados.
Para fazer o mapeamento da personalidade, o site impõe, ao se
cadastrar, responder a um intenso questionário com todo o tipo de
pergunta, como “Qual a sua religião?” ou “Qual a importância da altura
do parceiro para você?”, além de fazer indicações de escala sobre o
quanto você está satisfeito com sua aparência, o quanto gosta de olhar
para pessoas do sexo oposto, se tem orgulho da própria formação
acadêmica ou o quanto se acha honesto. Ao lado da tela, há uma
recomendação para responder a primeira coisa que vem à mente, a fim de
garantir mais sinceridade para o relatório gerado no fim do processo.
Início do questionário traz perguntas básicas de personalidade (Foto: Reprodução)
Todas essas questões são categorizadas como atributos vitais ou
características básicas. O primeiro é mutável, pois é fruto da
experiência pelas quais passamos ao longo da vida; as características
básicas, por sua vez, refletem os traços mais imutáveis da nossa
personalidade. Esse agrupamento é fundamental para o funcionamento do
método, já que, ciente dos valores mais inflexíveis sobre cada um, a
empresa consegue identificar o “companheiro ideal” para um
relacionamento duradouro.
Perfil da pessoa é diagnosticado através de suas próprias respostas (Foto: Reprodução)
Depois do diagnóstico individualidade, o eHarmony oferece o que eles
chamam de “quebra-gelos”. Assim, em vez de os cadastrados tomarem a
iniciativa no diálogo com outra pessoa, eles podem selecionar perguntas e
comentários pré-definidos para mostrar quem os interessa. Isso feito, o
sistema de comunicação da empresa pede que você faça uma listagem com
características indispensáveis e outras insuportáveis em um
relacionamento. Finalizando esta etapa, você estará apto a enviar
e-mails para quem desejar e marcar encontros pessoais para conhecer a
pessoa um pouco mais.
A concepção do eHarmony, que também atua no Canadá, Reino Unido, Japão e Austrália, foi desenvolvida pelo psicólogo Neil Clark Warren a partir de um estudo realizado com aproximadamente 5 mil casais, durante três anos. Juntamente com o pesquisador da University of Southern Califórnia, dr. Galen Buckwalter, ele procurou identificar as particularidades que geravam casamentos bem-sucedidos. Para se instalar no Brasil, a companhia promoveu uma pesquisa com mais de mil casais com idades entre 19 a 81 anos, juntos por um período de tempo que variou entre um e 65 anos, para adequar a metodologia à nossa realidade.
A concepção do eHarmony, que também atua no Canadá, Reino Unido, Japão e Austrália, foi desenvolvida pelo psicólogo Neil Clark Warren a partir de um estudo realizado com aproximadamente 5 mil casais, durante três anos. Juntamente com o pesquisador da University of Southern Califórnia, dr. Galen Buckwalter, ele procurou identificar as particularidades que geravam casamentos bem-sucedidos. Para se instalar no Brasil, a companhia promoveu uma pesquisa com mais de mil casais com idades entre 19 a 81 anos, juntos por um período de tempo que variou entre um e 65 anos, para adequar a metodologia à nossa realidade.
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