sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Como remover um vírus do Facebook; veja dicas para limpar seu perfil

No Facebook talvez não haja nada mais incômodo do que vírus espalhados por seus amigos e, às vezes, por você mesmo. Muitos deles ficam escondidos e, em alguns casos, podem até fazer o usuário passar vergonha. Veja algumas dicas que ajudam a se livrar deste problema e limpar de ver o seu perfil.
Facebook, Twitter e sites afetados por hack resetam senhas de usuários
Há basicamente três formas de garantir que seu Facebook está limpo. Confira!
Vírus facebook (Foto: Reprodução/crashmasters.com)Dicas ajudam a se livrar dos vírus do Facebook (Foto: Reprodução/CrashMasters)

1) Remova aplicativos maliciosos
Aplicativos são um dos principais meios de infectar sua conta na rede social. Muito publicam conteúdo sem seu conhecimento pois, sem querer, você pode ter permitido que eles o fizessem no momento da instalação. Veja como removê-los.
Passo 1. Acesse sua conta no Facebook e clique no símbolo de engrenagem no canto superior direito da tela. Depois, escolha a opção “Configurações de Privacidade”;
Acesse as opções de privacidade (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Acesse as opções de privacidade (Foto: Reprodução/Paulo Alves))Acesse as opções de privacidade no Facebook (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 2. No menu lateral, clique em “Aplicativos”;
Analise quais apps são inúteis ou você não lembra de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Analise quais apps são inúteis ou você não lembra de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves))Analise quais aplicativos são inúteis ou não (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 3. Olhe atentamente para a lista com seus aplicativos instalados. Se houver algum que você não tem certeza de ter instalado, remova sem medo, pois, se você não sabe o que é, no mínimo ele não lhe fará falta. Para isso, clique no “X” do lado direito do item;
Para exlcuir, basta clicar no botão à direita (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Para exlcuir, basta clicar no botão à direita (Foto: Reprodução/Paulo Alves))Para excluir um aplicativo basta clicar no botão à direita (Foto: Reprodução/Paulo Alves)


2) Remova extensões e plugins do navegador
Outra forma de ser infectado por vírus no Facebook é por meio de extensões e plugins no navegador. Para excluí-los, siga o passo a passo conforme o navegador que você utiliza.
No Google Chrome:
Passo 1. Clique no botão de menu, no canto superior direito, e depois em “Configurações”;
Vá nas configurações do Chrome para apagar extensões maliciosas (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Vá nas configurações do Chrome para apagar extensões maliciosas (Foto: Reprodução/Paulo Alves))Vá nas configurações do Chrome para apagar extensões maliciosas (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 2. Vá até o item “Extensões”, no menu lateral, e identifique o que você não instalou manualmente. Há vários casos em que softwares baixados da Internet instalam plugins no navegador sem que você saiba que está dando permissão para isso, pois escondem o "aceite" no setup do programa;
Identifique alguns plugin que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Identifique alguns plugin que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves))Identifique alguns plugins que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 3. Ao identificar uma extensão maliciosa – que contenha nomes desconhecidos ou que você não lembra de ter usado – exclua clicando no ícone de lixeira. Você também tem a opção de desativá-la clicando na caixa ao lado. Se quiser você pode voltar a ativá-la a qualquer momento;
Ao escolher, clique no botão de lixeira (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Ao escolher, clique no botão de lixeira (Foto: Reprodução/Paulo Alves))Ao escolher, clique no botão de lixeira (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

No Mozilla Firefox:
Passo 1. Clique no botão “Firefox” no canto superior esquerdo e vá até “Complementos”;
No Firefox, vá em Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: No Firefox, vá em Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves))No Firefox, vá em Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 2. Avalie a lista de plugins e veja se há algum com nome desconhecido;
Veja na lista quais os plugins suspeitos (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Veja na lista quais plugins parecem suspeitos (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 3. Ao selecionar os plugins que deseja inutilizar vá até o botão do lado direito do item e marque a opção “Nunca ativar”;
Ao identificar algum com nome desconhecido, desabilite no menu lateral (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Ao identificar algum com nome desconhecido, desabilite no menu lateral (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
No Internet Explorer:
Passo 1. Acesse as configurações do navegador clicando no ícone de engrenagem no canto superior direito. Em seguida, escolha a opção “Gerenciar Complementos”;
No IE, acesse a opção Gerenciar Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: No IE, acesse a opção Gerenciar Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves))No IE, acesse a opção Gerenciar Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 2. Em “Barras de ferramenta e Extensões”, procure por itens desconhecidos ou inúteis;
Veja na lista quais são os plugins que merecem sua atenção - procure por nomes desconhecidos ou que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Veja na lista quais são os plugins que merecem sua atenção - procure por nomes desconhecidos ou que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves))Procure por nomes desconhecidos ou que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 3. Ao selecionar, clique no item e, na janela abaixo, escolha “Desabilitar”;
Para inutilizar qualquer um, basta selecionar e clicar em Desabilitar (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Para inutilizar qualquer um, basta selecionar e clicar em Desabilitar (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
3) Configure suas opções de segurança
O Facebook oferece alguns recursos que permitem deixar sua conta mais segura - por meio de senhas extras e notificações no celular e e-mail - quando possivelmente alguém acessar seu perfil sem permissão.
Passo 1. Abra as configurações de privacidade e, em seguida, clique em “Segurança”;
Ative o máximo de configurações de segurança que puder no Facebook (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Ative o máximo de configurações de segurança que puder no Facebook (Foto: Reprodução/Paulo Alves))Ative o máximo de configurações de segurança que puder no Facebook (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 2. Escolha algum dos recursos disponíveis, como “Navegação segura”, onde você habilita links https sempre que possível; “Contatos de confiança”, que ajudam você a designar pessoas que podem confirmar que você é você em caso de roubo de senha; além de “Dispositivos Reconhecidos” e “Sessões Ativas”, que te permitem identificar quem está acessando a sua conta e, assim, descobrir se há algum acesso indevido;
Passo 3. Clique em “Editar” do lado direito do item e siga as instruções na tela;
Basta ativar cada uma e seguir as instruções na tela, como a Aprovação de Login (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Basta ativar cada uma e seguir as instruções na tela, como a Aprovação de Login (Foto: Reprodução/Paulo Alves))Basta ativar cada uma, como a Aprovação de Login, e seguir as instruções (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Lembre-se sempre que, ao identificar um comportamento estranho na sua linha do tempo, o primeiro passo é mudar a senha da conta no Facebok. Assim você evita que o problema se agrave caso tenha sido provocado por uma alguém que roubou suas credenciais. Para os demais casos, as dicas acima devem ser suficientes para remover os vírus.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Microsoft cria sensor em sutiãs para controlar consumo excessivo de alimentos

Uma nova tecnologia de dispositivos “usáveis” está chamando a atenção após ter sido revelada pelos pesquisadores da Microsoft. E não é um relógio ou óculos, mas sim um sutiã, que seria capaz de controlar o consumo excessivo de alimentos. A ideia é ajudar mulheres com problemas emocionais que costumam comer mais quando estão tensas.


Sensor em sutiã é projeto da Microsoft Research (Foto: Divulgação/Microsoft Research)Sensor em sutiã é projeto da Microsoft Research (Foto: Divulgação/Microsoft Research)
Baseando-se em estudos com a população americana que mostram que existe uma grande parcela do povo que afirma comer mais quando está preocupada com alguma coisa, os pesquisadores da Microsoft Research inventaram um sutiã especial com os sensores que monitoram o humor e ajudam a regular o stress da usuária.
“São mais mulheres que comem demais por causa de emoção, e isso acabou nos dando a ideia de que um sutiã é perfeito para fazer aferições de coração e termos estes dados. Tentamos fazer com cuecas, para os homens mas ficava muito longe do coração”, disse a líder de pesquisa da Microsoft no ramo de visualização e interação, Mary Czerwinski.

 Os sensores foram testados em um pequeno grupo de mulheres pelos pesquisadores. Nos testes, capturou-se a taxa de batimentos cardíacos e respiração, as condições de pele e movimento das mulheres. Os dados foram enviados para um aplicativo e, de lá, analisados. Assim, eles viram as alterações comuns à relação tensão e fome.
A pesquisa ainda está no início e a psicóloga cognitiva Mary Czerwinski admite que ainda é preciso fazer muito trabalho, como aumentar a vida útil da bateria dos sensores, que dura só quatro horas, e também de como fazer com que a tecnologia possa ser usada para diminuir a tensão das mulheres neste caso.

No aplicativo usado nos testes, algumas das opções eram visitar sites de mídias sociais ou escrever e-mails positivos para alguém. Assim, elas acabariam ficando distraídas sem precisar comer para aliviar a tensão. Resta saber se as pesquisas vão avançar e se, em breve, estes sutiãs chegarão ao mercado.

Celular com 3G pode usar chip 4G? Entenda

A chegada da Internet 4G ao Brasil acabou interessando muitos usuários, que resolveram migrar seus planos 3G para a recente conexão mais rápida. Mas para isso, foi necessário alterar os cartões SIM para os modelos que estão sendo oferecidos pelas operadoras. Mas e se o usuário quiser utilizar o chip 4G em um celular 3G mais antigo? É possível ou é preciso trocá-lo novamente? O TechTudo responde.
Sony Xperia Z Ultra apresentou bom desempenho durante os testes e rodou bem o seu Android 4.2.2 (Foto: Luciana Maline/TechTudo)É possível utilizar o chip 4G em dispositivos 3G mas sem a conexão de alta velocidade (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

Sim, é possível. Assim como os chips 3G funcionam em celulares 2G, os 4G rodam nos aparelhos 3G.  Em termos de compatibilidade não há qualquer tipo de problema, tanto usando um SIM 3G para um aparelho 4G quanto no caso contrário: ambos irão funcionar. No entanto não vai ser possível aproveitar a sua Internet com alta velocidade se o celular não for compatível com o 4G.
Para entender melhor então, para acessar a Internet com a velocidade do 4G, é preciso ter um chip 4G, com o plano de dados contratado junto a uma operadora, e um smartphone que também tenha a conectividade deste padrão.
galaxy s duos (Foto: Elson de Souza/TechTudo)Galaxy S Duos da Samsung oferece Internet 3G (Foto: Elson de Souza/TechTudo)



Portanto, para quem adquiriu um chip 4G e agora está na dúvida se ele vai funcionar em um aparelho que não suporte o novo padrão de Internet que está chegando ao Brasil, não há necessidade de preocupação. Ele rodará normalmente. A questão é bem simples: os novos chips têm capacidade de rodar no 4G, porém não rodam só no 4G. Este é como o máximo que eles podem alcançar, mas não impede o funcionamento em velocidade mais baixa.

PS4 já foi desbloqueado para rodar jogos piratas; afirma hacker

O PlayStation 4 chegou ao mercado cerca de duas semanas atrás, e um hacker, identificado pelo apelido Reckz0r, afirma ter desbloqueado o console em um processo de jailbreak, permitindo que ele rode jogos piratas. Há pouca informação sobre o acontecido e poucas evidências concretas, o que levou muitos a acreditarem que se trate de uma enganação.

Desbloqueio do PlayStation 4 para rodar jogos piratas aparenta ser falso (Foto: allps4.com e piratewholesale.com / Reprodução: Rafael Monteiro)Desbloqueio do PlayStation 4 para rodar jogos piratas aparenta ser falso (Foto: allps4.com e piratewholesale.com / Reprodução: Rafael Monteiro)
O hacker em questão postou um tutorial, que segundo ele não seria de sua autoria, de como fazer com que o sistema do PlayStation 4, baseado no sistema Orbis, passasse a reconhecer programas que não fossem autorizados pela Sony, um processo chamado de jailbreak. Porém, o link para o arquivo necessário para o suposto desbloqueio não funcionava.



Alguns usuários que dizem ter tido acesso ao arquivo fizeram testes com o método e afirmam ter obtido o resultado esperado, supostamente desbloqueando seu console. Porém, como ainda não há jogos piratas ou programas não autorizados disponíveis para o PlayStation 4, eles não puderam realmente testar a veracidade do desbloqueio.
No cenário hacker, Reckz0r é relativamente conhecido. Porém, não como um grande hacker capaz de quebrar as proteções de um videogame em poucas semanas, mas como um nome atrelado a várias afirmações falsas, como invasões à PlayStation Network ou brechas na Xbox Live que nunca existiram.
A melhor recomendação é que usuários não façam experiências com seus consoles no momento e nem baixem arquivos de fontes suspeitas, pois podem acabar causando algum tipo de dano a seus PlayStation 4 ou mesmo aos seus computadores.

Smartphone dual-chip: lista coloca as melhores opções deste fim de ano

O fim de ano está se aproximando e, com ele, vem as listas para amigos e familiares. Para quem está buscando um smartphone dual-chip para si próprio ou como maneira de presentear alguém, o TechTudo preparou esta lista, com cinco dos melhores aparelhos que aceitam dois chips ou mais à venda no mercado brasileiro.
Qual é o melhor smartphone dual-chip? Opine no Fórum do TechTudo
Moto G
Equipado com processador Snapdragon 400 quad-core de 1,2 GHz, 1 GB de RAM e memória interna de 8 GB, o Moto G é um dual-SIM com especificações técnicas interessantes, que fazem com que ele se destaque dos concorrente. Além disso, tem um visual arrojado, tela de 4,5 polegadas (1280 x 720 pixels), sistema operacional Android 4.3, 50 GB de espaço no Google Drive e duas câmeras, traseira (5 megapixels) e frontal (1,3 megapixels). A Motorola ainda promete trazer a atualização para o Android 4.4 (KitKat) em janeiro. Tudo isso por cerca de R$ 700.

Moto G é ótimo custo-benefício (Foto: Reprodução/TechTudo)Moto G é ótimo custo-benefício (Foto: Reprodução/TechTudo)
Galaxy Gran Duos
O “gigante” smartphone dual-chip da Samsung tem tela de 5 polegadas, processador dual-core de 1,2 GHz, Android 4.1 e uma série de recursos tradicionais dos tops de linha da empresa. Entre eles, atender chamadas só colocando o telefone no ouvido, diminuir brilho da tela quando o usuário desvia os olhos dela e uma câmera potente, cheia de funcionalidades, com 8 megapixels. Atualmente, o aparelho custa entre R$ 900 e R$ 1 mil nas principais lojas.

Galaxy Gran Duos, smartphone da Samsung dual-chip com tela de 5 polegadas (Foto: Pedro Zambarda/TechTudo)Galaxy Gran Duos, smartphone da Samsung dual-chip com tela de 5 polegadas (Foto: Pedro Zambarda/TechTudo)

CCE Motion.Plus SK504
Este modelo da CCE é um dos melhores no mercado em termos de custo-benefício, ao lado do Moto G. O Motion.Plus SK504 custa, em média, R$ 700 e possui um hardware interessante. Ele tem processador quad-core de 1,2 GHz, 1 GB de RAM, 4 GB de memória interna (com slot para cartão de até 32 GB), tela de 5 polegadas (960 x 540 pixels), câmeras frontal (8 megapixels) e traseira (2 megapixels) e sistema operacional Android 4.1. É bem parecido com o Gran Duos, mas mais em conta.
Leia mais sobre o smartphone review do Motion.Plus SK504
Motion Plus SK504 é bom, bonito e barato (Foto: Reprodução/TechTudo)Motion Plus SK504 é bom, bonito e barato (Foto: Luciana Maline/TechTudo)
Galaxy Young Duos TV
A Samsung tem uma série de dual-chips no mercado. Um dos mais baratos da linha é o Galaxy Young Duos TV. O hardware não é dos mais avançados, mas ele tem preço baixo (em torno de R$ 400) e, como o próprio nome já sugere, TV. O aparelho conta com processador de 1 GHz, memória interna de 4 GB, câmera de 3 megapixels e tela de 3,2 polegadas.
Galaxy Young Duos TV, smartphone da Samsung com espaço para dois chips de operadora e TV (Foto: Divulgação)Galaxy Young Duos TV, smartphone da Samsung com espaço para dois chips de operadora e TV (Foto: Divulgação)

Asha 501
A alternativa da Nokia em nossa lista é bastante econômica, mas tem características técnicas razoáveis. Custando apenas R$ 280, em média, o Asha 501 possui uma tela de 3 polegadas (320 x 240 pixels), câmera que fotografa com resolução 2048 x 1536 pixels, 128 MB de memória interna e diversos aplicativos na Loja Nokia. É um modelo com visual moderno e preço baixo, ideal para quem busca economizar.
Pensando em comprar? Veja mais no review do Asha 501
Asha 501 é muito barato, mas tem hardware não tão bom (Foto: Reprodução/TechTudo) (Foto: Asha 501 é muito barato, mas tem hardware não tão bom (Foto: Reprodução/TechTudo))Asha 501 é muito barato, mas tem hardware não tão bom (Foto: Reprodução/TechTudo)

O que levar em consideração antes de comprar uma câmera semiprofissional?

Conheça as principais características e benefícios das câmeras DSLR e faça a escolha certa. O TechTudo preparou este artigo com dicas para que você seja capaz de identificar qual modelo de câmera é o ideal para o seu uso, e ainda irá aprender um pouco sobre os fundamentos da fotografia manual.
As melhores câmeras semiprofissionais abaixo de R$ 2 mil
O que você deve levar em conta na hora de comprar sua primeira DSLR (Foto: Reprodução / SXC) (Foto: O que você deve levar em conta na hora de comprar sua primeira DSLR (Foto: Reprodução / SXC))O que você deve levar em conta na hora de comprar sua primeira DSLR (Foto: Reprodução / SXC)



Câmera semiprofissional ou profissional, qual a diferença?
O varejo tende a classificar modelos básicos como semiprofissionais, e qualquer câmera DSLR como profissional, para "agregar valor". Já as lojas especializadas e fotógrafos profissionais, simplesmente as classificam pelas suas principais características: compactas, DSLR, full-frame ou médio formato.
Um equipamento para uso profissional é um equipamento mais robusto, que resistirá a condições climáticas adversas e ao uso intenso. Uma câmera básica provavelmente não resistiria muito tempo nas mãos de quem trabalha com fotografia 8 horas por dia.
Câmera profissional ou não, quem comanda o clique é o fotógrafo. O que importa é alcançar seus objetivos, o conhecimento técnico, a vontade de aprender e a criatividade. As possibilidades do equipamento também é um fator importante, mas o trabalho de um fotógrafo profissional não deixará de ser profissional por ter usado uma câmera básica, da mesma maneira que um fotógrafo iniciante não se tornará um profissional gabaritado só por ter usado uma câmera avançada.
Quadro comparativo de tipos de câmeras segundo o varejo, acima, e segundo o varejo especializado e profissionais, abaixo (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi) (Foto: Quadro comparativo de tipos de câmeras segundo o varejo, acima, e segundo o varejo especializado e profissionais, abaixo (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi))Quadro comparativo de tipos de câmeras segundo o varejo, acima, e segundo o varejo especializado e profissionais, abaixo (Foto: Adriano Hamaguchi/TechTudo)

As câmeras compactas e superzoom são indicadas para quem deseja fotografar sem a preocupação de ajustar as configurações da câmera a cada clique. O modo automático pode fazer todo o trabalho, e você no máximo seleciona um modo de cena conveniente para otimizar a imagem.
Compactas avançadas e compactas DSLR oferecem as facilidades dos modos cena e as configurações manuais. Os modelos mais recentes possuem boa resolução, sensores avançados, tamanho reduzido (facilita o transporte), mas a "pegada" e o número de acessórios compatíveis ainda não se comparam a de uma DSLR convencional.
Uma DSLR de entrada é a principal recomendação para quem deseja se aventurar na fotografia manual. Este é o melhor pontapé inicial pra quem deseja aprender mais sobre fotografia na prática e fazer cliques criativos com controle total sobre a imagem. A versatilidade traga com a troca de lentes é fantástica, e cada lente é uma dimensão de imagens que você pode captar. E para facilitar nossa análise, vamos considerar que as câmeras DSLR de entrada sejam semiprofissionais.
As full-frame e as de médio formato são equipamentos avançados e utilizados por profissionais. A resolução e a qualidade das imagens são o ponto-chave, mas isto tem seu devido preço. Câmeras de médio formato, por exemplo, podem ultrapassar a faixa dos R$ 20 mil no Brasil. É aconselhável até fazer seguro para equipamentos deste porte.
Resolução e tamanho do sensor
O tamanho do sensor não é uma característica muito explorada pelo varejo. Anunciar a quantidade de mega pixels "agrega mais valor ao produto", aos olhos do consumidor leigo.
A grosso modo, um sensor grande capta mínimos detalhes "sem fazer esforço". Quanto maior a quantidade de megapixels, maior é a imagem gerada pela câmera. E quanto maior o sensor, maior é a capacidade de registrar detalhes com qualidade. Você provavelmente irá obter melhores imagens com uma câmera DSLR de 12 megapixels, do que utilizando um smartphone de 20 megapixels, pois o sensor de uma DSLR é muito maior.
No geral, compactas básicas e as superzoom são equipadas com sensores 1/2.3" (6,17 x 4,55 mm), e as DSLR com sensores APS-C (25,1 x 16,7 mm). As dimensões dos sensores das full-frame são de 36 x 24 mm, e as de médio formato 44 x 33 mm.
Comparativo das dimensões dos full-frame, APS-C, APS-H e APS-P (Foto: Reprodução/Luciana Vieira) (Foto: Comparativo das dimensões dos full-frame, APS-C, APS-H e APS-P (Foto: Reprodução/Luciana Vieira))Comparativo das dimensões dos full-frame, APS-C, APS-H e APS-P (Foto: Reprodução/Luciana Vieira)
Velocidade
Para quem deseja fotografar cenas de ação e movimento, o melhor é optar por modelos que permitem fazer mais cliques por segundo com resolução máxima (disparo contínuo).
Câmeras DSLR de entrada captam em média 4 imagens por segundo, ou seja, uma imagem a cada 1/4 de segundo (0,25"). Alguns modelos, como a Sony SLT-A37, fazem 7 fotografias por segundo, uma taxa alta dentre os modelos mais básicos.
E porque a velocidade é importante? Imagine que você esteja fazendo o registro fotográfico de uma corrida, onde 1 décimo de segundo pode fazer toda a diferença. Este é o tipo de situação que não se repete, ou seja, você tem apenas uma chance de registrar o momento. Por isso fotógrafos utilizam o disparo contínuo da cena, e depois escolhem a melhor imagem entre as dezenas que foram feitas.
Ciclistas disputando corrida fotografados em alta velocidade (Foto: Reprodução/Paul Chessare) (Foto: Ciclistas disputando corrida fotografados em alta velocidade (Foto: Reprodução/Paul Chessare))Ciclistas disputando corrida fotografados em alta velocidade (Foto: Reprodução/Paul Chessare)
Câmeras de ação de ação, como a GoPro, são especialistas para este tipo de fotografia e vídeo. Possuem sistema de estabilização avançado, captam vídeos com um maior número de quadros por segundo, e realizam disparos contínuos como nenhum outro tipo de equipamento, por um preço razoável. Porém, elas deixam a desejar nas fotografias convencionais.
Sensibilidade (ISO)
Sensibilidade é a capacidade do sensor captar mais ou menos luz. Uma câmera configurada com ISO 400 capta a imagem muito mais rápido que outra configurada com ISO 100, por exemplo.
Em ambientes muito claros, diminuímos a sensibilidade (ISO) para evitar que a foto saia branca demais. Em praias ensolaradas, por exemplo, configuramos a ISO para 100. Por outro lado, quando estamos em ambientes escuros, aumentamos a sensibilidade para conseguir captar a imagem, como a ISO 600, por exemplo.
Neste ponto, os modelos mais recentes possuem configurações muito semelhantes: ISO de 80 a 6.400. Algumas ainda oferecem um "boost" para 12.800. Na prática, a imagem apresentará "granulação" (ruído) a partir da ISO 600. Mas ajustando as demais configurações, é possível obter boas fotos e vídeos com ISO 1.000 com mínimo ruído. Em câmeras avançadas, a granulação surge a partir de sensibilidades mais altas.
Amostras de cena fotografada com diferentes níveis de sensibilidade ISO (Foto: Reprodução/Gordon Laing) (Foto: Amostras de cena fotografada com diferentes níveis de sensibilidade ISO (Foto: Reprodução/Gordon Laing))Amostras de cena fotografada com diferentes níveis de sensibilidade ISO (Foto: Reprodução/Gordon Laing)

Qualidade do vídeo
Em relação aos vídeos, a maior parte dos modelos mais básicos filmam em Full HD (1080p). A nível de comparação, a maioria dos DVDs e parte dos programas de TV são produzidos na resolução HD 720p (1280 x 720 pixels), e transmitidos em Full HD 1080 (1920 x 1080 pixels) pelos canais digitais. Ou seja, a resolução Full HD é mais que suficiente. O que faz a imagem de filmes, novelas e demais conteúdos tão superiores é o tratamento que se dá ao vídeo, a iluminação e a técnica utilizados na captação.
Comparativo entre qualidade de vídeos Full HD, HD e de baixa resolução (Foto: Reprodução/Canon) (Foto: Comparativo entre qualidade de vídeos Full HD, HD e de baixa resolução (Foto: Reprodução/Canon))Comparativo entre qualidade de vídeos Full HD, HD e de baixa resolução (Foto: Reprodução/Canon)


Outro fator que influencia na percepção da qualidade de um vídeo é a quantidade de quadros por segundo. Vídeos gravados com 30 quadros por segundo são o padrão. Vídeos gravados com 60 quadros por segundo são mais suaves, e a partir desta taxa de quadros, é possível aplicar efeitos interessantes como "câmera lenta".
Utilizar altas taxas de quadros por segundo é a melhor solução para filmar cenas de ação, resultando em movimentos captados com mais suavidade.
Vídeo progressivo vs. entrelaçado
Vídeo é uma sequência de imagens, e quando dizemos que um vídeo tem 60 quadros por segundo, significa que a câmera capturou 60 imagens para fazer 1 segundo de vídeo.
Em vídeos "progressivos", todas as 60 imagens são de fato capturadas pela câmera. Em vídeos "entrelaçados", a câmera não consegue capturar as 60 imagens, e algumas delas são "criadas" pela própria câmera com base nas imagens vizinhas para incrementar o número de quadros por segundo (fps - "frames per second").
Para olhos menos exigentes, não há problema algum com os vídeos entrelaçados. Mas quem entende de imagem percebe os frames "serrilhados", típicos deste modo. Em vídeos entrelaçados é difícil extrair imagens estáticas (frames) ou aplicar efeito de câmera lenta e obter obter bons resultados.
Diferença entre os quadros de um vídeo entrelaçado, à esquerda, e um vídeo progressivo, à direita (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi) (Foto: Diferença entre os quadros de um vídeo entrelaçado, à esquerda, e um vídeo progressivo, à direita (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi))Diferença entre os quadros de um vídeo entrelaçado, à esquerda, e um vídeo progressivo, à direita (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi)


Verifique as especificações da câmera e caso você pretenda se aprofundar na área de vídeo, opte por equipamentos que ofereçam modos de gravação com alta taxa de quadros por segundo "progressivo", pois não há upgrade que possa resolver esta questão. Ao modo de gravação progressivo é atribuído a letra "p" (1080p, 720p, por exemplo) e ao entrelaçado, a letra "i", de "interlaced" (1080i, 720i).
Capturando o áudio
Os microfones embutidos captam os ruídos emitidos pela própria câmera, como o toque dos dedos no corpo da câmera, arruinando o áudio do seu vídeo. Se a câmera contar o sistema de foto contínuo, o barulho do motor de foco não será nada discreto, e com o passar dos meses, os ruídos tendem a ficar mais altos.
Uma solução é utilizar um microfone externo. Várias DSLRs de entrada possuem entrada estéreo para microfones.
Imagem de microfone externo em câmera, à esquerda, pino conector, ao meio, e microfone com "windscreen", à direita (Foto: Divulgação) (Foto: Imagem de microfone externo em câmera, à esquerda, pino conector, ao meio, e microfone com "windscreen", à direita (Foto: Divulgação))Imagem de microfone externo em câmera, à esquerda, pino conector, ao meio, e microfone com "windscreen", à direita (Foto: Divulgação/Nikon)


Se a câmera não possuir entrada para microfone, você pode utilizar um gravador de áudio e sincronizar com o vídeo posteriormente, utilizando um programa de edição.
Impressão de imagens
Em relação à impressão, um padrão adotado por profissionais de imagens é sempre trabalhar com a resolução de 300 dpi. Uma imagem no tamanho A4 (um folha sulfite) com 300 dpi de resolução, por exemplo, possui as dimensões de 3.500 x 2.500 pixels. E uma fotografia com 10 mega pixels possui aproximadamente 3.600 x 2.800 pixels.
Esquema ilustrado que mostra os tamanhos em pixels, dos arquivos necessários para impressão (Foto: Adriano Hamaguchi) (Foto: Esquema ilustrado que mostra os tamanhos em pixels, dos arquivos necessários para impressão (Foto: Adriano Hamaguchi))Esquema ilustrado que mostra os tamanhos em pixels, dos arquivos necessários para impressão (Foto: Adriano Hamaguchi/TechTudo)

Para impressões maiores que A4 (21 x 29 cm), recomendamos adquirir câmeras com resoluções superiores. Mas, se você deseja apenas guardar suas imagens como recordação para visualizá-las em TVs e monitores, 12 mega pixels são suficientes.
Confira nossas dicas para ajustar a resolução e o tamanho das imagens no Gimp, um programa gratuito de edição de imagens.
Sobre as lentes
As lentes "18~55 mm" que normalmente acompanham os kits básicos (corpo da câmera + lente) são ideais para quem não quer investir tanto num primeiro momento. São relativamente baratas e oferecem um pequeno zoom (de aproximadamente 3x), que não é tão amplo quanto o das câmeras superzoom.

Lentes do kit básico que acompanham as câmeras Nikon D3200, à esquerda, Canon T3i, no meio, e a Sony A37K, à direita (Foto: Reprodução) (Foto: Lentes do kit básico que acompanham as câmeras Nikon D3200, à esquerda, Canon T3i, no meio, e a Sony A37K, à direita (Foto: Reprodução))Lentes do kit básico que acompanham as câmeras Nikon D3200, à esquerda, Canon T3i, no meio, e a Sony A37K, à direita (Foto: Reprodução) (Foto: Lentes do kit básico que acompanham as câmeras Nikon D3200, à esquerda, Canon T3i, no meio, e a Sony A37K, à direita (Foto: Reprodução))

O nome das lentes pode parecer complicado, mas cada uma destas siglas tem um significado e uma função. Leia a matéria do TechTudo que explica a nomenclatura das lentes. O mais importante é saber a distância focal (mm), a abertura (f), se ela possui estabilizador de imagem ou motor de foco.
A distância focal das lentes
A distância focal determina o "ângulo de visão da lente". Quanto maior a distância, mais reduzido será o campo de visão e mais longe ela "enxerga". Quanto menor a distância, maior será o campo de visão.
Distâncias focais das lentes de 200 mm, à esquerda, e das lentes de 50 mm, à direita (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi) (Foto: Distâncias focais das lentes de 200 mm, à esquerda, e das lentes de 50 mm, à direita (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi))Distâncias focais das lentes de 200 mm, à esquerda, e das lentes de 50 mm, à direita (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi)

Desta maneira, lentes com as menores distâncias focais (6~9 mm) possuem um "amplo ângulo de visão", sendo possível captar tudo que está ao nosso redor. Por outro lado, as teleobjetivas "enxergam longe", mas possuem um "ângulo de visão limitado".
Esquema ilustrado que mostra a diferença das distâncias focais e a classificação da lentes para câmeras DSLR (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi) (Foto: Esquema ilustrado que mostra a diferença das distâncias focais e a classificação da lentes para câmeras DSLR (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi))Esquema ilustrado que mostra a diferença das distâncias focais e a classificação da lentes para câmeras DSLR (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi)

Além da lente básica do kit, sugerimos que suas próximas aquisições seja uma fixa de 50 mm (lente fixa) e outra 70~200 mm (zoom), ao longo de sua jornada fotográfica.
A vantagem das lentes fixas, é que eles são "especialistas" em suas distâncias focais. As aberturas máximas são geralmente maiores e a qualidade da imagem é melhor do que a das lentes zoom.
A estrutura interna de uma lente fixa, como a 50 mm que indicamos, é muito mais simples que uma lente zoom, pois a fixa não precisa operar com diferentes distâncias focais. Assim, a imagem chega mais "limpa" ao sensor, sem distorções.
Nas lentes zoom, é necessário incorporar vários elementos e "filtros" para corrigir as distorções causadas pela variação da distância focal (quando você altera o "zoom"). Cada vez que a imagem passa por algum destes elementos, ela perde um pouco de qualidade.
Esquema ilustrado dos elementos internos de uma lente zoom 18~55 mm, à esquerda, e de uma lente fixa 50 mm, à direita (Foto: Adriano Hamaguchi) (Foto: Esquema ilustrado dos elementos internos de uma lente zoom 18~55 mm, à esquerda, e de uma lente fixa 50 mm, à direita (Foto: Adriano Hamaguchi))Esquema ilustrado dos elementos internos de uma lente zoom 18~55 mm, à esquerda, e de uma lente fixa 50 mm, à direita (Foto: Reprodução/Adriano Hamaguchi)

As lentes de longo alcance, como a 70~200 mm, são mais caras, mas também tem suas vantagens. São ideais para fotografar paisagens, vida selvagem e momentos espontâneos.
E por que não ter uma única lente 18~200 mm? Porque imagens capturadas com estas lentes que têm este nível de abrangência apresentam problemas de iluminação (homogeneidade), foco, distorções e "aberrações" cromáticas, pela grande quantidade de elementos internos. E infelizmente, as lentes zoom que minimizam/eliminam tais distorções possuem preços muito elevados. Um boa notícia é que podemos eliminar tais distorções com programas como Lightroom e Photoshop.
Exemplo de fotografia com aberração cromática (Foto: Reprodução/Wikipedia) (Foto: Exemplo de fotografia com aberração cromática (Foto: Reprodução/Wikipedia))Exemplo de fotografia com aberração cromática (Foto: Reprodução/Wikipedia)

Kits com lentes mais abrangentes, como a "18~135 mm", são vendidos em média R$ 800 mais caros. É uma opção razoável pra quem não quer abrir mão do zoom e não quer investir numa teleobjetiva num primeiro momento.
A abertura das lentes
"f" é a unidade de medida que representa abertura do diafragma de uma lente. Uma lente f/1.8 é uma lente que possui uma abertura máxima grande, enquanto que uma lente f/3.5 tem uma abertura máxima limitada.
Neste aspecto, as "lentes do kit" são limitadas. A descrição "f/3.5~5.6 18~55 mm", significa que a abertura máxima da lente é de f/3.5 quando ela está configurada com 18 mm de distância focal, e de f/5.6 quando configurada a 55 mm. A abertura mínima é geralmente a f/22.
As lentes fixas de "50 mm" possuem uma abertura grande (de f/1.4 a f/1.8), podem ser encontradas a partir de R$ 400 no Zoom, e com elas você pode obter boas imagens em ambientes com má iluminação. A nitidez é outro ponto forte desta lente.
Exemplo de aberturas máximas de lentes 18~55 mm, à esquerda, e lente fixa 50 mm, à direita (Foto: Divulgação) (Foto: Exemplo de aberturas máximas de lentes 18~55 mm, à esquerda, e lente fixa 50 mm, à direita (Foto: Divulgação))Exemplo de aberturas máximas de lentes 18~55 mm, à esquerda, e lente fixa 50 mm, à direita (Foto: Divulgação)


Entendendo um pouco mais sobre abertura (f)
Quanto menor o valor "f", maior é a abertura. Assim podemos obter em imagens mais claras, e aumentar a velocidade da captura da imagem (obtendo imagens mais nítidas). E quando aumentamos a abertura, reduzimos a área que fica nítida, uma boa maneira de obter imagens com fundo desfocado ou o efeito "bokeh"
Quanto maior o valor "f", menor a abertura, e maior fica a área capturada com nitidez.
Esquema explicativo sobre a abertura "f" das lentes (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi) (Foto: Esquema explicativo sobre a abertura "f" das lentes (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi))Esquema explicativo sobre a abertura "f" das lentes (Foto: TechTudo / Adriano Hamaguchi)

Uma limitação das lentes fixas, é que elas não possuem "zoom", sendo necessário se afastar ou aproximar dos objetos para clicar a composição desejada.
Mas não se preocupe, o investimento feito em lentes é compensado ao longo do tempo, pois elas servirão em suas futuras câmeras compatíveis. Assim, quando você comprar uma nova câmera, adquira somente o "corpo", ao invés de comprar um novo kit.
Lentes com recursos extras
Algumas lentes possuem funções específicas que podem facilitar a vida do fotógrafo iniciante. A estabilização de imagem das lentes podem garantir a nitidez das imagens. Quanto mais distante está o objeto e/ou quanto maior o tempo de exposição, maior é a possibilidade da foto sair tremida. Por isso, este é um recurso muito importante nas lentes de longo alcance.
Comparativo entre fotografias com sistema de estabilização ativado, à esquerda, e desativado, à direita (Foto: Reprodução/Nikon) (Foto: Comparativo entre fotografias com sistema de estabilização ativado, à esquerda, e desativado, à direita (Foto: Reprodução/Nikon))Comparativo entre fotografias com sistema de estabilização ativado, à esquerda, e desativado, à direita (Foto: Reprodução/Nikon)

Se a câmera não dispor de um motor de foco, a lente deve ter um motor embutido para que você possa utilizar o foco automático. Caso contrário, haverá somente o foco manual. Uma vantagem importante das câmeras que possuem motor de foco embutido no corpo, é que as lentes são geralmente mais baratas, pois elas não têm motor.
O foco manual é uma maneira interessante de fazer cliques criativos. No modo automático, a câmera muitas vezes "se confunde" e não foca o objeto mais importante, ou simplesmente demora muito para focar e você perde uma oportunidade. Por outro lado, fotografar objetos em movimento com foco manual exige um esforço a mais do fotógrafo para encontrar o foco a cada clique.
Conclusão
Se você está certo de que quer levar a fotografia a sério, compre um bom equipamento e economize para adquirir novas lentes e acessórios que irão te ajudar a fotografar e filmar melhor. Antes de bater o martelo, consulte a opinião dos usuários do modelo que você deseja. Assim você se aprofunda no assunto e faz uma boa escolha.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Galaxy Note 3 ganha duas novas cores nada discretas: rosa e vermelho

A Samsung anunciou, nesta segunda-feira (02), duas novidades na sua linha Galaxy Note 3. O modelo, lançado em setembro deste ano, estará disponível nas cores rose gold (um tom ouro mais rosado e leve) acompanhado do corpo na cor branca ou preta e em merlot red, com o corpo todo vermelho.
Novas cores do Galaxy Note 3 (Foto: Divulgação)Novas cores do Galaxy Note 3 (Foto: Divulgação)


As duas novas cores do Galaxy Note 3 chegam com um objetivo de dar um toque mais elegante ao aparelho, de acordo com a fabricante. “Na Samsung Mobile, entendemos que os consumidores consideram seus dispositivos móveis uma extensão do seu estilo pessoal, e a Samsung está empenhada em oferecer novas maneiras para os consumidores se expressarem”, revelou Younghee Lee, vice-presidente executivo de Marketing Global da Samsung.


As novidades chegam ao mercado chinês a partir de dezembro. Não foram dados detalhes sobre a chegada aqui no Brasil ou em outros países. Entretanto, no anúncio oficial da marca, a Samsung afirmou que outras opções de cores serão lançadas de acordo com a preferência de cada mercado.