O Meizu MX3 roda o sistema Flyme OS 3.0, baseado no Android 4.2. Visualmente, ele se assemelha ao que comumente vemos na personalização de fabricantes, como Samsung, Sony e LG. Há recursos extras interessantes, como o "hold", feito para pessoas com mãos pequenas, que têm dificuldade de manusear smartphones grandes, e o "visitor mode", que permite criar uma interface independente da usada pelo usuário para "visitantes" ocasionais.
O visual do MX3 é nteressante. Ele é fino e muito leve, o que faz com que o aparelho seja razoavelmente confortável de se usar. A traseira branca plástica, que foi a do aparelho que testamos, pode ser trocada por outras coloridas. Na parte frontal, não há botões físicos, apenas um círculo luminoso sensível ao toque que faz as vezes de botão "home".
A tela do smartphone tem 5,1 polegadas e resolução Full HD (1080 x 1800 pixels). O Meizu MX3 conta com processador quad-core de 1,6 GHz, além de 2 GB de RAM. Há quatro opções de armazenamento interno: 16 GB, 32 GB, 64 GB e 128 GB, uma espécie de compensação para a ausência de slot para cartão microSD.
A câmera principal do MX3 tem 8 megapixels, enquanto a frontal, ideal para videochamadas, tem 2 megapixels. A bateria, de 2.400 mAh, fecha as características do celular.
O Meizu MX3 é um smartphone de respeito. A má notícia é que a companhia não atua no Brasil, então é bastante improvável que vejamos o aparelho à venda nas lojas daqui.
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