A resposta não funcionou. Uma página no Facebook foi criada logo em seguida com o nome "Fire Lindsey Stone" (“Demitam Lindsey Stone”), que já conta com mais de 9 mil curtidas. A página pedia que a americana fosse demitida de seu trabalho na LIFE, uma organização sem fins lucrativos que trata de adultos com dificuldades de aprendizado.
Com a escalada da controvérsia, a LIFE colocou Stone e o funcionário que tirou a foto em licença não remunerada. No último dia 19, a organização afirmou que “a foto não reflete nossas opiniões ou valores. Temos orgulho em ter veteranos em nossa equipe e no conselho administrativo, e valorizamos seus serviços. Os homens e mulheres que lutaram e sacrificaram suas vidas com altruísmo para proteger os direitos e vidas dos americanos merecem nosso respeito e gratidão. Nós sabemos que esta foto é um desserviço para os veteranos e estamos tristes que ela foi compartilhada em um meio público”.
Já na sexta-feira (21/11), a empresa publicou uma nova nota no Facebook, anunciando que os dois funcionários foram demitidos. "Nós ressentimos qualquer desrespeito aos militares e suas famílias. A publicidade do incidente foi frustrante para as pessoas que atendemos", dizia a nota. A diretora da LIFE, Diane Enochs, afirmou que Stone era uma boa funcionária, que trabalhava no grupo há 18 meses.
O "Túmulo do Soldado Desconhecido", onde Stone tirou a fotografia polêmica, é uma sepultura que contém os restos mortais de militares não identificados e é dedicada a todos os soldados mortos em guerra. Estes locais costumam ser respeitados como monumentos nacionais.
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