Entre os grandes desafios no caminho para a criação de tecnologias assim estão a criação de um biorrobô que possa, efetivamente, reagir com as toxinas. Além disso, o “protótipo” com gel e células de rato tem vida útil muito breve e move-se muito lentamente: apenas 0,00089 km/h, velocidade que é muito baixa para seguir o fluxo de substâncias no organismo.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Cientistas criam biorrobô impresso para caçar toxinas no organismo
Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos,
conseguiram criar um biorrobô através do uso de uma impressora 3D.
Concebido com tecido vivo e gel industrial, ele foi projetado para
combater toxinas no corpo humano.
Cientistas criam biorrobô com gel e células de coração de rato (Foto: Reprodução)
Os cientistas procuraram um tipo de gel que fosse inerte a tecidos
orgânicos e usaram células do coração de ratos para produzir o robô. O
ambiente criado no gel fornece os insumos para que as células se
desenvolvam em padrões predeterminados. A partir de um dado momento,
elas começam a pulsar e isso faz com que o biorrobô se mova.
O uso dessa tecnologia ainda é totalmente especulativo. Contudo, de
acordo com os desenvolvedores do projeto, um gel vivo, impresso
tridimensionalmente, pode, no futuro, percorrer o corpo humano
identificando e “perseguindo” toxinas. Com o amadurecimento da
tecnologia, será possível criar um biorrobô que alcance pontos de
concentração de toxinas e libere substâncias que combatam elementos
tóxicos no organismo.
Entre os grandes desafios no caminho para a criação de tecnologias assim estão a criação de um biorrobô que possa, efetivamente, reagir com as toxinas. Além disso, o “protótipo” com gel e células de rato tem vida útil muito breve e move-se muito lentamente: apenas 0,00089 km/h, velocidade que é muito baixa para seguir o fluxo de substâncias no organismo.
Entre os grandes desafios no caminho para a criação de tecnologias assim estão a criação de um biorrobô que possa, efetivamente, reagir com as toxinas. Além disso, o “protótipo” com gel e células de rato tem vida útil muito breve e move-se muito lentamente: apenas 0,00089 km/h, velocidade que é muito baixa para seguir o fluxo de substâncias no organismo.
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