Usuários de países como Turquia, República Checa, Reino Unido e Portugal já foram contaminados com o aplicativo, que se espalha por e-mails. O objetivo dos cibercriminosos é obter dados de conta e senha das vítimas para realizarem transações financeiras ilegais.
“A análise revelou que estávamos lidando com um trojan bancário, com funcionalidade semelhante e objetivos idênticos do Zeus e do SpyEye, mas diferenças de implementação significativas indicam que esta é uma nova família de malware, e não uma variante de um trojan conhecido”, explica Robert Lipovsky, pesquisador da ESET.
Responsável pela identificação do malware, a ESET já disponibiliza proteção para este tipo de infecção em seus aplicativos ESET Smart Security e ESET Mobile Security. Para evitar esta ou qualquer outra contaminação em seu dispositivo móvel, a recomendação é simples: assim como nos PCs com Windows, mantenha-o protegido com um bom antivírus.
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