Em Duke, os pesquisadores criaram um tipo de camada de cobre, extremamente fina, que é coberta com pequenos quadrados, que funcionam como captores de luz. Cada quadrado no plano do sensor de cobre é capaz de captar diversas frequências de luz e a composição da captura de todos eles gera uma imagem complexa, funcionando como uma grande abertura de lente.
Quem é mais interessado em fotografia deve ter levantado mentalmente a questão: e o foco? Numa câmera, é o movimento da lente que determina onde está o foco da sua fotografia. No experimento conduzido pelos cientistas de Duke, não há como gerar foco porque não há lente. A ideia é que a imagem tenha seu foco determinado depois, via software.
Entre as aplicações mencionadas para a tecnologia, estão câmeras de segurança e sensores de imagens de alta sensibilidade a luz e ao movimento. Atualmente, os pesquisadores procuram desenvolver um sensor mais complexo, capaz de gerar imagens tridimensionais mais adequadas ao uso no "mundo real".
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