Além de permitir computadores mais leves e finos, a ausência do conjunto do drive reduz custos de produção, algo sempre perseguido pelos fabricantes comprometidos com o teto estipulado pela Intel de US$ 1000 (ou RS$ 1880). Fontes afirmaram ao Digitimes que a ausência dos drives reduz os custos em US$ 20 (RS$ 37, no câmbio de 25/4).
sábado, 28 de abril de 2012
Próxima geração de ultrabooks pode chegar sem drives óticos
De olho na necessidade de tornar os notebooks ainda mais portáteis e
baratos, as principais fabricantes estão considerando cortar os drives
óticos dos ultrabooks. A novidade, caso se confirme, fará da futura
geração dos laptops ultraportáteis com processadores da Intel
concorrentes ainda mais próximos dos MacBooks Air da Apple, que já
abandonaram esta tecnologia.
Notebooks ultraportáteis podem cortar os drives óticos como forma de redução de custos e de medidas (Foto: Reprodução)
A novidade, no entanto, depende da aceitação do mercado. Segundo
informações do site Digitimes, grandes marcas, como HP, Dell e Asus,
pretendem analisar o retorno dos consumidores a partir do lançamento dos
novos MacBooks Pro, que deverão abandonar os drives óticos em favor de
unidades externas, que o usuário compraria separadamente.
A ideia é esperar a reação da fiel base de consumidores da Apple para
analisar o reflexo do abandono dos drives nos ultrabooks. Caso o retorno
seja positivo, a próxima geração de ultrabooks, mirando o segundo
semestre deste ano, já deixaria os drives no passado.
Além de permitir computadores mais leves e finos, a ausência do conjunto do drive reduz custos de produção, algo sempre perseguido pelos fabricantes comprometidos com o teto estipulado pela Intel de US$ 1000 (ou RS$ 1880). Fontes afirmaram ao Digitimes que a ausência dos drives reduz os custos em US$ 20 (RS$ 37, no câmbio de 25/4).
Além de permitir computadores mais leves e finos, a ausência do conjunto do drive reduz custos de produção, algo sempre perseguido pelos fabricantes comprometidos com o teto estipulado pela Intel de US$ 1000 (ou RS$ 1880). Fontes afirmaram ao Digitimes que a ausência dos drives reduz os custos em US$ 20 (RS$ 37, no câmbio de 25/4).
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