O objetivoé criar portáteis com o mesmo poder de hardware da atual linha Pro, mas com o nível de eficiência energética e de portabilidade que os Air oferecem. O desafio está em segurar os custos. Caso a questão do preço seja contornada, os PCs e, em especial os ultrabooks, terão um novo competidor de peso pela frente.
A disputa com os ultrabooks, até agora, dá vantagem aos modelos da Apple da linha Air. Em primeiro lugar, são produtos mais consolidados e oferecem, em geral, preços mais vantajosos. Além disso, questões subjetivas como acabamento acabam pesando. A Apple domina a cadeia produtiva de alguns elementos cruciais para os fabricantes de PCs, como as carcaças de alumínio. Devido a escassez do produto, ideal para notebooks de aspecto fino e pouco peso, alguns fabricantes, como Asus e Acer começaram a optar por plástico em seus ultrabooks.
Segundo observa o site Apple Insider, depois da primeira geração de MacBooks Air em 2008, a Apple duplicou sua participação no mercado de computadores portáteis. De 1.342 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2008 para 3.719 milhões para o último período.
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